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quinta-feira, 26 de março de 2026

Substack Vale a Pena? O Que Aprendi Criando Conteúdo e Atraindo Inscritos

Porque comecei uma conta no Substack

Em primeiro lugar eu quero dizer que sou uma pessoa curiosa. Isso me levou a lugares, ter oportunidades e conhecer pessoas que são fora da curva. Portanto, sempre recomendo a  vocês que mesmo com medo. Façam…


O substack apareceu na minha vida depois que eu li um texto muito legal do Renato Trezoitão. Na época, eu estava retomando minhas atividades com Bitcoin. Então tive a oportunidade de ler o texto no substack.

De início não entendi muito bem o que era o Substack e porque a galera da minha bolha falava tanto nele. Direto ao ponto, o substack funciona como uma newsletter. Tudo o que tu publica. Quem é inscrito, tem a possibilidade receber seus artigos via e-mail.

Logo, isso é uma mão na roda por assim dizer. Uma vez que, na rede social você não tem controle ou posse de nada. No substack você tem o poder da lista de e-mail contigo. Você leva seus contatos para onde quiser. Seja: Beehive, Mailchimp, Konverkit, Jetpack ou ActiveCampaign.

Para quem trabalha com marketing digital. Existe uma dificuldade enorme em reter os leads(usuários). Isso, porque quando rodamos uma campanha de tráfego pago no Meta, Google, Pinterest ou Tiktok. Nunca se tem poder sobre os usuário adquiridos. 

Logo, o substack te traz uma solução maravilhosa, que é o disparo de emails. A grande maioria do serviços de e-mail. Te cobra pelo número de disparos de e-mails. O substack não. Ele te cobra uma taxa pelos seus serviços prestados ali na plataforma.

O que torna o Substack atrativo

Exatamente isso é o que torna o Substack mais atrativo ainda. Você pode começar a gerar valor em qualquer canal, avisar a galera que tem uma newsletter e usar o Substack. Ainda mais agora, que ele se tornou uma salada de frutas (Vídeos, podcasts, notas curtas e textos longos). Você tem a possibilidade de publicar o que precisar, no formato que mais lhe agrade e ainda oferecer uma inscrição gratuita com atualizações via e-mail. 

Na sequência ainda pode monetizar suas ideias ofertando newsletter premium e chat privado. Então, você tem tudo em um: X, YouTube, WordPress, Instagram, Reddit e Tiktok

Maravilha! Certo? Errado!

As dificuldades que tive

Nem tudo são flores meu rei/rainha. A realidade é que o Substack é muito famoso nos EUA. Não pegou tanto assim no Brasil ainda. E, ao longo desse ano que passei no Substack. O que mais percebi é que; o que começou com uma plataforma mais polida e elegante.

Acabou se tornando… Um encontro de escritores… E, um encontro de criadores de conteúdo. Nós primeiro meses era tudo lindo. Textos, frases e notas lindos e maravilhosos. Cada trabalho de cair o queixo. Mas, assim como qualquer rede social. Quando a grande masse chega, temos uma inundação de baits, artigos e posts ruins. Muita propaganda e etc.

Logo, vem os mesmos dilemas de todas as redes sociais:

1- Se o criador, só cria e não recebe. Ele se desestimula. Caí a frequência, cai os inscritos e cai a vontade de criar. Estagna, para e abandona. Ou melhor dizendo, fica em stand-by”.

Esse aqui é clássico. Pessoal, a menos que as pessoas tenham um horizonte de longo prazo. Ou trate como hobby. Dificilmente alguém cria conteúdo todo dia por anos sem receber nada em troca. Quando o substack surgiu tinha menos gente do que tem hoje. Isso não impede de termos os milionários do Substack. Mas, é exceção da regra. 

Normalmente quem chega primeiro, bebe água mais limpa. 

Agora, com mais pessoas. Ele se tornou mais banal. Temos vários clickbaits. Escritores que são ruins e se acham bons. Os mesmo que estão dizendo que a plataforma piorou. (Olha um aqui.) Ainda sim, é o que é.

2 - Aumento de usuários = perda de qualidade. O que acontece quando você coloca muita gente para criar em uma era de IA? Quem te garante que esse texto não foi feito com IA? Hummmm, pensa rapidinho senão vou perguntar por GPT. Isso mesmo, conteúdo genérico. Que não cativa e nem encanta. Não tem alma.

3 - Monetizar lá é mais difícil que parece. Se você tem 100 inscritos na sua newsletter. Aplica para newsletter paga e tem 10 pessoas pagando R$10 mensais. Você basicamente fez e fará muita força para ganhar R$100 a mais no mês e trabalhar 8 horas mensais a mais pelo menos. Para pesquisar, estruturar, escrever, editar, revisar e publicar.

Tempo é finito galera. Eu falei aqui nesse texto como eu consegui ser aprovado pelo adsense em 5 meses. Processo muito mais simples e que não envolve eu ter que ficar lidando com a pressão de criar semanalmente. Escrevo quando acredito que devo escrever. Sem amarras, e no meu tempo, por favor.


Meus números e a realidade 

Views ao longo dos últimos dias
Views ao longo dos últimos dias

Artigos/emails disparados e seus números
Artigos/emails disparados e seus números

Principais fontes de tráfego
Principais fontes de tráfego

 

Como tenho usado o Substack ultimamente

Então, as últimas vezes em que usei o substack foi em forma de notas para divulgar um de meus artigos do blog principal. Ainda sim, quando pego relatório do GA4. O substack é uma fonte tráfego muito ínfima perante as outras que tenho. 

Ainda sim, resolvi tentar uma última vez. Criei uma newsletter por lá que é para ser algo simples. Algo para se informar e sair com a sensação de que aprendeu algo rápido em 2 minutos. Se quiser colar, o convite tá aqui. 👈

O que aprendi com o Substack 

Uma das coisas mais legais que acho no substack é o e-mail de boas vindas. Pode parecer bobo para você. Mas, eu acho muito legal a pessoa se interessar pelo que tu escreveu e você ter a oportunidade de se apresentar para ela e indicar mais coisas legais para ela ler.

Outro ponto legal é a possibilidade de criar uma newsletter por lá. O substack tem recursos muito legais para quem está começando a fazer marketing digital e precisa de newsletter + site sem custos iniciais.

Para pessoas com meu perfil, que trabalham programando e com WordPress há anos. Eu sinto que falta muito recurso. O fato de não ter custos iniciais, não dispensa o fato de que o SEO do seu site pode ser mais fraco por ser um subdomínio do próprio Substack.

O recurso de monetização é bem legal e intuitivo. No entanto eu não recomendo a ninguém sequer pensar nisso, a menos que tenha uma lista de pelo menos 1.000 membros mensais. A pior coisa para um artista, é ter que produzir por prazos. E, não ter tempo para deixar boas ideias fluírem. Isso acaba gerando conteúdo ruim, que não agrega e nem resolve nada. 

Meu conselho; se quer dar o primeiro passo. É uma baita plataforma e bem simples de executar. No entanto, tenha no seu horizonte adquirir um domínio e hospedagem pagos por sua conta para ter mais controle e liberdade de criar o que quiser criar on-line.

Eu não sou muito fã de redes sociais. Contudo, não nego a utilidade para promoção da sua marca. Mas, sempre que alguém me pergunta onde começar. Eu sempre recomendo um site. Sua autonomia é maior e melhor. Pense em sites como um catálogo para o mundo digital. 

Use rede sociais para promover seu site e seu trabalho. Não pense demais. Escolha uma que gosta e vai. Depois você mede e melhora. Nada de inicío é perfeito. Precisa dar o primeiro passo. Até breve!

Victoria Concordia Crescit

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Como Usar Corretamente as Redes Sociais



Porque resolvi escrever esse texto (filme)

Esses dias eu estava assistindo a aquele filme do dilema das redes sociais. É uma espécie de filme/documentário. Naturalmente, fiquei pensativo sobre todo o conteúdo do filme. Contudo, comecei a me fazer perguntas mais profundas sobre o tema. 

Afinal, todos nós temos alguma rede social. Seja de forma anônima ou pública. Todos temos. Essa discussão é antiga e sempre tem os mesmos atores em todas elas. 

Assim sendo, vejo muita gente indo para o YouTube e dizendo que apagou redes sociais e como isso mudou a vida deles. Mas espera aí? O que é o YouTube hoje em dia? 

Podemos ver vídeos curtos e longos, escrever publicações e comentar em publicações. Então isso é o quê? Fiquei pensando sobre esse tema. Disso tudo, nasceu esse texto aqui…

Como eu Lidei com as Redes Sociais no Passado

O ano era 2011 e se você ainda não tem nenhuma tatuagem ou ficou em uma ilha deserta, você provavelmente ouviu falar do tal do Facebook. Antes dele, tínhamos uma invenção turca, que se chamava: Orkut.

Quando penso no Facebook de 2011. Eu penso em um avião de primeira classe! Era tudo muito bonito. Digo, o layout era belo! Fiquei impressionado de cara, não sabia usar de início. Como assim não tinha fazendinha? Não podia deixar depoimento? E, ainda assim, não se falava em outra coisa a não ser isso…

Óbvio que eu corri e fiz um para mim. Eu sempre fui o cara do computador e não do celular. Eu demorei alguns anos para ter um celular e incorporar ao meu dia a dia. Meus amigos com 15 anos já tinham o lendário Siemens que trocava a capa da tela (isso é coisa de gente das antigas). Enquanto isso, eu nem me importava com aquilo. Meu primeiro celular foi um 3310 da Nokia.




Celular bao! Que acabei trocando em um PlayStation um, onde fritamos de tanto jogar PES e outros jogos de CD. Na época eu havia ganhado do meu pai esse celular e o danado do chip da Oi com 31 anos para falar grátis aos finais de semana com quem quisesse. 

Lembro que alguns anos depois, eu trabalhei muito e juntei dinheiro por um ano. Pois eu vi um cara no ônibus um dia. Jogando Street Fighter em um iPod. Não demorou muito e fui comprar um iPod para mim. Minhas economias de 6 meses foram investidas nesse aparelho. 

Um mês depois de encomendar e ir buscar na loja. Eu tinha música, vídeo clipe, filmes e jogos em um iPod. Era tão fino e a bateria era tão boa para a época que eu nem acreditava na minha aquisição.

Naquela altura da vida. Eu só precisava disso. Eu sempre gostei de filmes e músicas. Portanto, essa experiência com Apple me encantou desde o início.

Até então eu tive que dar essa volta. Para te explicar por que até 2013. Eu ainda não tinha sequer um celular. Eu comecei a trabalhar em 2009. Não era falta de grana. Eu tinha meu notebook e um iPod. Do que mais precisava? Então...

Eis que viraliza em 2013, o tal do Instagram… Naquela altura, eu já tinha uma conta no Facebook que acessava via pc. As coisas estavam acontecendo rápido demais. Minha mente não queria (ou não fazia questão) de acompanhar aquilo tudo. De repente, você era amigo de todos. Falava com todos e postava coisas. 

Eu cresci brincando no prédio, na rua, jogando jogos de tabuleiro emprestados e lendo livros. Eu não entendia o que tudo aquilo representava ainda. Era uma revolução rápida e silenciosa. 

Nessa mesma época, os celulares Android surgiram como o fogo que se alastra em campos. Logo, se espalharam e eram tendência. Eu tive uma ex-namorada para quem comprei um desses telefones na época. Fiquei surpreso em como esses aparelhos eram como computadores. Dava para fazer literalmente de tudo nele.

Ainda assim, eu seguia feliz com meu iPod e Notebook. Mas sabe como é a vida… A pressão social vai te “obrigando” a te adaptar. Meus pais insistiram que eu tivesse um celular. Até me deram um daqueles Nokia flip usados. Só para se comunicarem comigo. Eu aceitei e nunca me importei muito com essa bugiganga. 

Todavia, em 2013 eu vendi meu iPod (amarga decisão) e comprei um Galaxy S3 (que acabei perdendo posteriormente). Eu precisava de um smartphone para fazer e usar o danado do Instagram. E, sim. Era legal demais no início!😎

Naquela altura, eu tinha Facebook e Instagram na palma da mão. Eu já não ouvia tanta música como antes, nem via tantos filmes e vídeo clipes. Para quem cresceu usando Walkman, Discman, MP3, MP4, mp10, mp20 e etc… Era muitaaaaaa tecnologia e poder nas mãos.

Embora, tudo aquilo fosse muito legal. Eu percebia uma coisa estranha dentro de mim. Uma ansiedade, uma angústia de não ver o que as pessoas estavam fazendo. Acompanhadas de uma vontade imensa de mostrar o que eu comia, bebia e fazia para todos olharem. Comecei a me perguntar: Porque estou fazendo isso?

Como eu Lido com as Redes Sociais hoje

Os anos se passaram e agora vamos para 2016. Provavelmente foi o ano em que eu mais publiquei coisas on-line. Logo, nascia também esse blog aqui também. 

Foi excelente porque minha vida nessa altura estava às mil maravilhas. Eu tinha a sensação de ser um super-homem de fato. Mas sabe como é; não podemos expandir para sempre na vida… Ou você já viu árvore que não para de crescer?

O ano de 2017 veio e estagnei, e de 2018 até 2022 vieram meus períodos de queda. Naquela época eu me perguntava o que postar. Parecia que não postar nada era pior do que postar qualquer coisa. Então, às vezes ia qualquer coisa mesmo...

Eu me lembro de uma tarde em 2020. Eu me sentei no chão da minha casa e comecei a chorar. Chorava sem parar. Que sentimento diferente eu estava vivendo naquele momento. Ninguém me magoará, ninguém havia me feito mal algum. Por que eu não conseguia parar de chorar? Era tudo o que pensava.

Era o tal do burnout… Me recordo de que nessa época tínhamos muito tempo. E ficávamos muito tempo mesmo online. Isso nos levou à comparação, ansiedade e dúvidas em níveis que mal posso descrever. Amarga pandemia... Foi um dos períodos em que mais aprendi na minha vida. 

Seja como for, foi nessa época que busquei ajuda e comecei a fazer terapia. Quando comecei as sessões. Eu percebia o quanto minha mente estava bagunçada. E, ei. Sério! Levamos cinco anos para arrumar a casa novamente… Não desista na décima ou vigésima sessão.

Acredito que poucos de nós têm a noção do quanto estamos bagunçados, sem foco e com dúvidas por um mundo em que se vive com pressa. Depois dos vídeos na vertical lançados pelo Tiktok. Nosso sossego acabou. Todas as plataformas introduziram o sistema e agora corremos mais ainda.

Tudo é rápido e tudo é instantâneo (insta-gram). Senão prende sua atenção em 15 segundos já era. Você se pega desbloqueando o celular toda vez e nem lembra por que o fez? Automátistmo. Conteúdo lixo. Minha terapeuta atacou dois pontos cruciais na época comigo:

  1. Papel e caneta para tudo
  2. Gestão do tempo

Eu instalei e desinstalei milhares de vezes os aplicativos no meio do caminho. Realmente, não adianta de muita coisa. O segredo está em disciplinar sua mente contra essa dopamina barata e letárgica.

Uma dica e um Conselho

Se eu pudesse voltar no tempo, a única coisa que teria feito de diferente seria não ter apagado minha primeira conta no Facebook. Eu tinha muitas pessoas lá. Agora já era. Sendo assim, quero te contar a percepção que eu tenho sobre redes sociais hoje em dia. Depois de muito matutar. 

Hoje, eu enxergo as redes sociais como uma forma de armazenar e manter os contatos. Foi assim que consegui minha vaga de trabalho atual. Foi assim, que consegui me encontrar com ex colegas de trabalho e amigos de velha data e foi assim que reencontrei com minha esposa. E muito provavelmente é assim que vamos nos comunicar daqui para frente. 

O meu questionamento até aqui é um: Senão fosse as redes sociais, qual seria o problema? Seja como for, em toda a história da humanidade algo sempre nos atrapalhou. Contudo, se pensarmos por um momento. Qualquer pessoa de classe média baixa no Brasil tem mais recursos hoje, que muitos nobres feudais. Vivemos mais, melhor e com mais recursos. 

A questão é: como usar isso para o nosso benefício? Depende! 

Não há uma resposta padrão para todo mundo. Elas têm o poder de potencializar seu negócio e ampliar contato. Ao mesmo tempo que te vicia em feed e os memes. 

A diferença entre remédio e veneno. É a dosagem.

O meu questionamento hoje é o seguinte: Nessa era, temos redes sociais como grande vilão da nossa atenção. E isso é verdade! Todavia, você é quem está no controle. Parar, refletir e deixar o celular de lado podem sim ser uma opção (eu sei o quanto difícil é). 

Logo, se você analisar outras épocas da humanidade, tivemos problemas com guerras, crises econômicas, álcool, drogas e mais um monte de fatos que nem consigo listar todos, tamanho seria esse texto. A grande questão é:

Problemas existem, sempre existirão e vão continuar existindo. Para sempre, até o dia em que você morrer provavelmente. Eu estou aqui para te alertar que o salvador da pátria está do outro lado do espelho. E se você tirar um tempo. As redes sociais podem, sim, ser uma ótima ferramenta. 

Portanto, como toda ferramenta. Assim que se fizer o uso e finalizar, devemos devolver a ferramenta para o seu devido lugar. Encontre um lugar na sua casa em que você sempre deixe seu celular por lá. Um pouco distante, mas sempre por lá. De preferência com a tela para baixo e com menor número possível de notificações. Pense nas palavras que leu aqui e reflita em como aplicar isso à sua vida. 

Espero do fundo do coração que esse texto possa te encontrar em um momento e te ajudar a ir para um momento melhor. Você consegue e você é capaz. 

Até breve!

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Sabemos o que é marketing?



Sim, eu tive que chamar a sua atenção. Pois, se faz necessário. 


Eu nem sabia o que significava marketing e provavelmente já fiz mais do que eu consigo contar. Eu já tive uma séries de empreendimentos e em todos uma coisas é vital: A venda!


“Marketing: Marketing é o conjunto de estratégias, processos e ações para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas de valor para clientes e a sociedade, com o objetivo de satisfazer suas necessidades, atrair e fidelizar consumidores, e alcançar os objetivos da organização”


Eu me formei em Administração. E, por lá estudamos marketing sim.


Um tio que vende pipoca no carrinho e tem uma placa com seus produtos: Marketing!


Uma placa de venda de seguro em um vidro de carro: Marketing!


Um anúncio pixelado e assimétrico que percorre o Facebook: Marketing!


Hoje em dia tudo virou marketing. Mas, o que é o bom marketing? Aonde ele está? Qual o melhor jeito? A “melhor” fórmula?


Luz para o caminho


Recentemente eu li: O lendário Scientific Advertising de Claude C. Hopkins. E, um dos meus favoritos The Botton Letters do Gary C Halbert. Aposto que nenhum deles pensou no rumo que tomamos hoje. 


(Inclusive recomendo ambos)


Se, você os ler. Vai entender rapidamente que o marketing, esteve, está e vai estar sempre presente em nossas vidas. Só que hoje, o mercado foi para o digital. Então, temos: O Marketing Digital! Famoso, temido e impiedoso. 


Aonde todos tem uma fórmula mágica por apenas 12 x R$99…


Como estão as coisas


Em uma era dominada pelas superestimadas IA, produtividade no talo e todo mundo sempre com pressa. Não percebemos que os nossos potenciais clientes nos pagam duas vezes. Uma vez com seu tempo. Lendo, assistindo ou ouvindo um criativo nosso. E, depois. Potencialmente com dinheiro.


Mas, daí. É só fazer o anúncio para atingir o máximo de clientes e cruzar os dedos para a venda entrar, certo? Errado!


Quando a internet foi desenvolvida. A ideia principal era se comunicar em caso de pane global. Isso não aconteceu. Mas, a internet evoluiu muito. Porém… Estamos nos comunicando eficientemente? Tem uma enxurrada de conteúdo gratuito na internet. 


Quantos mudaram ou adicionaram algo de valor na sua vida recentemente? Pense bem, você primeiro paga com o tempo… E, nunca mais pode comprar ele denovo. 


Você quer consumir conteúdo ruim o resto da vida? 


Todo mundo quer vender para todo mundo


Daí, chegamos nessa questão aqui. Todos os dias eu rodo o reddit, facebook, pinterest, youtube e etc para trocar idéias com a galera. O que vejo é sempre a mesma coisa. Todo mundo quer vender para todo mundo. Todo mundo é o foda de alguma área. E, a conta não fecha…



Aonde está o valor? E, a conexão? Mas, quero te convidar a pensar. Você ama o que faz? Faria mesmo que fosse de graça? Tem coragem de produzir 100-200 peças de conteúdo de graça por dois anos?


É uma pressa, uma correria, é tudo para ontem. E, o relacionamento? E, o valor? 


Sabe, antigamente (sou dos anos 90). Para vendermos algo mais caro para clientes, tínhamos que vender o que eles queriam primeiro. Construir uma relação, ganhar a confiança deles e só então podíamos sugerir produtos diferentes dos habituais e com ticket médio maior.


Mudou algo?


Tenho tentado encontrar blogs legais para ler. E, rodando alguns subs aqui de blog e sites. Tudo que vejo é a galera desesperada pela melhor estratégia para conseguir colocar ADS no site, vender produtos e serviços que ninguém nem liga. Porque não houve… Um relacionamento prévio…


A maioria nem se importa com o tal do usuário, ele é só mais um número mesmo. 


Dias melhores


É claro que a internet não vai mudar graças a um texto escrito em uma quinta á tarde por um estranho. Mas, galera. Sério… Gerem valor primeiro, construam uma boa fundação, troque valor (interaja e deposite o melhor que puder nos comentários) e só então peça algo em troca. 


Pensem, na internet estamos sempre pagando primeiro com nosso tempo. Se, alguém parou para te assistir, ler ou ouvir. Dê o seu máximo! E, ás vezes o máximo vai estar em um texto de 600 palavras, 2000 palavras, 1 hora de podcast, 5 minutos de vídeo ou 1 hora de vídeo. Mas, se você leu isso aqui. Pense, sobre respeitar o tempo do usuário. 


Minha vó me disse: “Podemos até enganar alguém uma vez, mas duas não.”


As pessoas percebem e não voltam mais. Então, mão a obra. Se, não está vendendo. Se, não está sendo assistido, lido ou ouvido. Repense sua obra, redesenhe, tire um tempo, melhore, continue interagindo e depositando as melhores moedinhas nos comentários e tenha paciência. 


O tempo vai provar se as sementes que plantou são boas ou não. Por isso, insisto. 


Será que sabemos o que é marketing? (De verdade)