quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Lições de Carnaval

Fala, pessoal! Eu sei o quanto esse título é chamativo. Hoje, eu quero compartilhar com vocês algumas impressões e vivências que tive durante o carnaval. 

Oito anos depois, eu me permiti. Eu vivi um momento no Carnaval. Nada de folião bêbado e chato. Eu e minha esposa só decidimos que seria interessante fazer algo nesse ano.


Minhas experiências prévias com carnaval não foram as melhores. Eu nunca consegui entrar “na vibe” e até hoje não me identifico muito.


No entanto, preciso ressaltar que como artista. Eu insisto: você precisa de referências e estímulos para alimentar mais ainda o seu poder criativo. Pasmem, sim. É possível obter referências até mesmo no Carnaval. Dúvida? Olha isso aqui:



Sexta feira


Confesso, foi o primeiro dia em que fui ao carnaval. Já bateu o desânimo de cara. Pois, era um bloco noturno. Logo, eu já pensei: assalto, bate-carteira, confusão, assédio à minha esposa e vários outros pensamentos.


Assim sendo, saímos de casa às 00:00. O bloco estava lotado e logo meu foco estava dividido em três: minha esposa, meu celular e minha carteira. Todos os três bem percebidos e seguros. 


O que mais me surpreendeu foi a organização do bloco! Zero bagunça e zero confusão. (Pelo

Menos onde estive e no horário em que estava.) Minha maior preocupação era os bate-carteira. E fiquei muito surpreso ao ver a tranquilidade das pessoas a manusear seus smartphones na muvuca.


Outra coisa que me surpreendeu foi o respeito da galera. Em nenhum momento eu tive problemas com homens chegando na minha esposa e também não vi nada parecido com ninguém. Todos estavam preocupados em curtir.


Sábado


Fomos ao bloco de crianças e personagens temáticos e gostamos muito. Foi muito tranquilo e também pudemos aproveitar bastante. Havia muitos banheiros para usarmos e muita polícia na rua. Isso tudo confirmou o quanto o carnaval está organizado.



Inspirações 


Eu vi uma infinidade de fantasias, maquiagens e músicas boas. Isso é muito importante para nós, pois precisamos de referências para criar coisas novas. Esses dias eu assisti àquele filme: O Brutalista e ganhei referência sobre o movimento do Brutalismo na arquitetura. Logo, implementei em layouts e designs de algumas produções que fiz por aqui.


Nesse carnaval, eu ganhei uma infinidade de referências de cores, formas e brasilidades. Recentemente eu assisti a essa vídeo-aula do Fred sobre geopolítica.



Fiquei pensando sobre como nossa cultura é escondida e desvalorizada. O carnaval esse ano me comunicou exatamente isso. O quão rica e nobre é a cultura brasileira. O quão diversa é. E como podemos aplicar isso em nossos trabalhos digitais de diferentes maneiras.


Seja como for, apesar de não ser o maior fã de carnaval. Eu aprendi que os brasileiros podem ser e são um povo extremamente criativo. Obviamente temos problemas como qualquer outra nação. Mas senti orgulho de nós. Como povo somos capazes de criar, juntos.



terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

365(396) dias de Duolingo


 

Eu escrevi aqui sobre a importância do processo de desenvolvimento para outros idiomas. Essa semana eu alcancei a marca de um ano de Duolingo.


Portanto, eu reflito se valeu a pena até aqui. A resposta para isso vem com algumas voltas para te explicar o porquê antes.


Só vale se é pago


O modelo de negócio do Duolingo é freemium. Ou seja, você sempre paga. Com tempo (assistindo a anúncios) ou com dinheiro (assinando o premium). Seja como for, temos que entender que todo recurso para ser gerado. Gera custos. 


Logo, o DUO34. Sendo uma empresa de capital aberto, precisa gerar lucro. Agora pensa bem. Há milhares de cursos grátis no YouTube. E também milhares de cursos pagos na Udemy, Alura e Coursera. Eu já vi cursos no YouTube que são um verdadeiro modelo para os cursos pagos.


Ainda assim, as pessoas levam a sério mesmo. Aqueles cursos que são pagos. Não obstante, o mesmo acontece com o Duolingo. A maioria das pessoas não percebe que paga com tempo. Então, não houve transação monetária. Daí, vira um tanto faz.


Essas mesmas pessoas não percebem que elas pagam com o bem mais valioso que elas têm: tempo! Logo, que problema há em não fazer um dia ou outro…


A prática leva à perfeição


Pelé treinou a exaustão, Messi praticou insanamente suas habilidades, Michael Jordan fez mais de dez mil arremessos ao longo da sua vida. Todo gênio precisa lapidar (e ser lapidado) para chegar lá! Olha o quanto Ayrton Senna teve que se pôr em situações desconfortáveis para vencer.


Daí, você acha que vai realmente aprender algo novo praticando às vezes? Vai vendo… senta e espera. Que é para as pernas não se cansarem. 


A sequência de ofensiva e incentivos que o app te traz. São para te lapidar! Não se engane. O Duolingo vai ganhar dinheiro com ou sem você. Com IA ou sem IA. Eles são muito mais do que um app. São uma cultura, um movimento, uma rede social. Existem professores que ganham a vida usando o app para ensinar.


Em suma, depende de você, meu amigo(a). Veja bem, o Duo é ótimo para te incentivar. Mas você precisa fazer por você e por mais ninguém. Não é por status e nem uma conquista. Sabedoria é um poder. Bem usado, pode te levar a caminhos nunca antes imaginados. 


6 anos e 365 dias


Eu sou usuário há 6 anos do app da coruja. Espanhol, italiano, alemão, música e xadrez. Já aprendi muito e tenho muita sede de aprender mais ainda. 


Quando eu tinha 12 anos de idade. Eu queria muito ter recursos como esses disponíveis, com o tempo e a energia que tinha na época. Eu saberia um punhado de idiomas a mais hoje. 


Meu conselho para você hoje é o mesmo que dei naquele artigo que escrevi. Comece hoje, não se importe com a opinião de ninguém e vá somando juros de conhecimento. Daqui a um ano você vai estar entendendo idiomas muito melhor do que hoje.


E é claro que eu não espero que fique fluente só com o Duolingo. Mas todos precisamos dar o primeiro passo. O seu começa só baixando o app e abrindo uma conta. Não adie; comece hoje mesmo. 


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Como usar arte a seu favor



O que é arte para mim


Muitos de vocês devem ter vindo de escola pública também. E a verdade é que lá. Há tantas preocupações antes que as artes, até parecem uma matéria de luxo. Afinal, por que eu me importaria com figuras, cores, ângulos etc.? Se minha família mal tem o que comer?


Pois bem… minha última aula de artes foi na quinta série. O meu professor foi o Fernando, pai da Fernanda da minha sala. Era um senhor um pouco desajeitado. Mas ambos eram de muita semelhança.


As pessoas na sala riam e zombavam do professor Fernando. Só porque ele era diferente. Diferente no jeito de pensar, agir e se vestir. Minha mãe sempre me ensinou a respeitar tudo e a todos. Jamais entrei na pilha dos meus colegas de classe.


O que não sabíamos era que Fernando era um artista. Artistas têm alma diferente, um dom e a sublime missão de criar arte. No caso, ele a ensinava a nós. 


Essa introdução é mais do que necessária para poder te explicar a seguir.



Meus primeiros contatos


Eu tenho um irmão do meio. Eu e meu pai somos naturalmente analíticos. Nascemos com a inclinação para as exatas. Já esse irmão teve muitas dificuldades na escola. Nada lhe fazia arrepiar de fato. Nada fazia sentir. A única coisa que ele gostava muito era de desenhar.


Não entendíamos os porquês dele na época. À medida que fomos envelhecendo, ele foi tomando gosto por fotografia, filmagens e começou a se aventurar no CorelDRAW e edições de vídeos.



Vamos falar de Amano


Se você nasceu nos anos 90. Provavelmente assistiu a algum desenho do Speed Race ou jogou Final Fantasy. O que eu não sabia era quem era a mente por trás dos desenhos. Isso tudo me levou a conhecer o Asano.


Um artista japonês com um estilo único, que tem vários trabalhos no seu currículo. Duas características de seus desenhos que me chamaram muita atenção: Cores e formas! 


Não vou ficar aqui te explicando quem é. Vou deixar aqui o link para ver quem foi esse excelente artista.


Olhe as fotos aqui:








Como usar a arte como combustível 


Todas as vezes que sinto meu estoque de ideias a se esgotar. Eu saio por aí para buscar inspiração. Ela sempre precisa vir de exposições a algum tipo de arte. Sempre tem algo acontecendo na vida.


Parques, árvores, as nuvens no céu e até mesmo as pessoas se divertindo são motivos mais que suficientes para que você possa captar padrões e entender a beleza da vida como um todo. 


Logo, seja você um desenhista, redator, pintor, músico ou simplesmente faz arte. Seja ela qual for, eu recomendo que sempre tire um momento na semana para buscar a tal da inspiração. A tal da arte.








terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Como Usar Corretamente as Redes Sociais



Porque resolvi escrever esse texto (filme)

Esses dias eu estava assistindo a aquele filme do dilema das redes sociais. É uma espécie de filme/documentário. Naturalmente, fiquei pensativo sobre todo o conteúdo do filme. Contudo, comecei a me fazer perguntas mais profundas sobre o tema. 

Afinal, todos nós temos alguma rede social. Seja de forma anônima ou pública. Todos temos. Essa discussão é antiga e sempre tem os mesmos atores em todas elas. 

Assim sendo, vejo muita gente indo para o YouTube e dizendo que apagou redes sociais e como isso mudou a vida deles. Mas espera aí? O que é o YouTube hoje em dia? 

Podemos ver vídeos curtos e longos, escrever publicações e comentar em publicações. Então isso é o quê? Fiquei pensando sobre esse tema. Disso tudo, nasceu esse texto aqui…

Como eu Lidei com as Redes Sociais no Passado

O ano era 2011 e se você ainda não tem nenhuma tatuagem ou ficou em uma ilha deserta, você provavelmente ouviu falar do tal do Facebook. Antes dele, tínhamos uma invenção turca, que se chamava: Orkut.

Quando penso no Facebook de 2011. Eu penso em um avião de primeira classe! Era tudo muito bonito. Digo, o layout era belo! Fiquei impressionado de cara, não sabia usar de início. Como assim não tinha fazendinha? Não podia deixar depoimento? E, ainda assim, não se falava em outra coisa a não ser isso…

Óbvio que eu corri e fiz um para mim. Eu sempre fui o cara do computador e não do celular. Eu demorei alguns anos para ter um celular e incorporar ao meu dia a dia. Meus amigos com 15 anos já tinham o lendário Siemens que trocava a capa da tela (isso é coisa de gente das antigas). Enquanto isso, eu nem me importava com aquilo. Meu primeiro celular foi um 3310 da Nokia.




Celular bao! Que acabei trocando em um PlayStation um, onde fritamos de tanto jogar PES e outros jogos de CD. Na época eu havia ganhado do meu pai esse celular e o danado do chip da Oi com 31 anos para falar grátis aos finais de semana com quem quisesse. 

Lembro que alguns anos depois, eu trabalhei muito e juntei dinheiro por um ano. Pois eu vi um cara no ônibus um dia. Jogando Street Fighter em um iPod. Não demorou muito e fui comprar um iPod para mim. Minhas economias de 6 meses foram investidas nesse aparelho. 

Um mês depois de encomendar e ir buscar na loja. Eu tinha música, vídeo clipe, filmes e jogos em um iPod. Era tão fino e a bateria era tão boa para a época que eu nem acreditava na minha aquisição.

Naquela altura da vida. Eu só precisava disso. Eu sempre gostei de filmes e músicas. Portanto, essa experiência com Apple me encantou desde o início.

Até então eu tive que dar essa volta. Para te explicar por que até 2013. Eu ainda não tinha sequer um celular. Eu comecei a trabalhar em 2009. Não era falta de grana. Eu tinha meu notebook e um iPod. Do que mais precisava? Então...

Eis que viraliza em 2013, o tal do Instagram… Naquela altura, eu já tinha uma conta no Facebook que acessava via pc. As coisas estavam acontecendo rápido demais. Minha mente não queria (ou não fazia questão) de acompanhar aquilo tudo. De repente, você era amigo de todos. Falava com todos e postava coisas. 

Eu cresci brincando no prédio, na rua, jogando jogos de tabuleiro emprestados e lendo livros. Eu não entendia o que tudo aquilo representava ainda. Era uma revolução rápida e silenciosa. 

Nessa mesma época, os celulares Android surgiram como o fogo que se alastra em campos. Logo, se espalharam e eram tendência. Eu tive uma ex-namorada para quem comprei um desses telefones na época. Fiquei surpreso em como esses aparelhos eram como computadores. Dava para fazer literalmente de tudo nele.

Ainda assim, eu seguia feliz com meu iPod e Notebook. Mas sabe como é a vida… A pressão social vai te “obrigando” a te adaptar. Meus pais insistiram que eu tivesse um celular. Até me deram um daqueles Nokia flip usados. Só para se comunicarem comigo. Eu aceitei e nunca me importei muito com essa bugiganga. 

Todavia, em 2013 eu vendi meu iPod (amarga decisão) e comprei um Galaxy S3 (que acabei perdendo posteriormente). Eu precisava de um smartphone para fazer e usar o danado do Instagram. E, sim. Era legal demais no início!😎

Naquela altura, eu tinha Facebook e Instagram na palma da mão. Eu já não ouvia tanta música como antes, nem via tantos filmes e vídeo clipes. Para quem cresceu usando Walkman, Discman, MP3, MP4, mp10, mp20 e etc… Era muitaaaaaa tecnologia e poder nas mãos.

Embora, tudo aquilo fosse muito legal. Eu percebia uma coisa estranha dentro de mim. Uma ansiedade, uma angústia de não ver o que as pessoas estavam fazendo. Acompanhadas de uma vontade imensa de mostrar o que eu comia, bebia e fazia para todos olharem. Comecei a me perguntar: Porque estou fazendo isso?

Como eu Lido com as Redes Sociais hoje

Os anos se passaram e agora vamos para 2016. Provavelmente foi o ano em que eu mais publiquei coisas on-line. Logo, nascia também esse blog aqui também. 

Foi excelente porque minha vida nessa altura estava às mil maravilhas. Eu tinha a sensação de ser um super-homem de fato. Mas sabe como é; não podemos expandir para sempre na vida… Ou você já viu árvore que não para de crescer?

O ano de 2017 veio e estagnei, e de 2018 até 2022 vieram meus períodos de queda. Naquela época eu me perguntava o que postar. Parecia que não postar nada era pior do que postar qualquer coisa. Então, às vezes ia qualquer coisa mesmo...

Eu me lembro de uma tarde em 2020. Eu me sentei no chão da minha casa e comecei a chorar. Chorava sem parar. Que sentimento diferente eu estava vivendo naquele momento. Ninguém me magoará, ninguém havia me feito mal algum. Por que eu não conseguia parar de chorar? Era tudo o que pensava.

Era o tal do burnout… Me recordo de que nessa época tínhamos muito tempo. E ficávamos muito tempo mesmo online. Isso nos levou à comparação, ansiedade e dúvidas em níveis que mal posso descrever. Amarga pandemia... Foi um dos períodos em que mais aprendi na minha vida. 

Seja como for, foi nessa época que busquei ajuda e comecei a fazer terapia. Quando comecei as sessões. Eu percebia o quanto minha mente estava bagunçada. E, ei. Sério! Levamos cinco anos para arrumar a casa novamente… Não desista na décima ou vigésima sessão.

Acredito que poucos de nós têm a noção do quanto estamos bagunçados, sem foco e com dúvidas por um mundo em que se vive com pressa. Depois dos vídeos na vertical lançados pelo Tiktok. Nosso sossego acabou. Todas as plataformas introduziram o sistema e agora corremos mais ainda.

Tudo é rápido e tudo é instantâneo (insta-gram). Senão prende sua atenção em 15 segundos já era. Você se pega desbloqueando o celular toda vez e nem lembra por que o fez? Automátistmo. Conteúdo lixo. Minha terapeuta atacou dois pontos cruciais na época comigo:

  1. Papel e caneta para tudo
  2. Gestão do tempo

Eu instalei e desinstalei milhares de vezes os aplicativos no meio do caminho. Realmente, não adianta de muita coisa. O segredo está em disciplinar sua mente contra essa dopamina barata e letárgica.

Uma dica e um Conselho

Se eu pudesse voltar no tempo, a única coisa que teria feito de diferente seria não ter apagado minha primeira conta no Facebook. Eu tinha muitas pessoas lá. Agora já era. Sendo assim, quero te contar a percepção que eu tenho sobre redes sociais hoje em dia. Depois de muito matutar. 

Hoje, eu enxergo as redes sociais como uma forma de armazenar e manter os contatos. Foi assim que consegui minha vaga de trabalho atual. Foi assim, que consegui me encontrar com ex colegas de trabalho e amigos de velha data e foi assim que reencontrei com minha esposa. E muito provavelmente é assim que vamos nos comunicar daqui para frente. 

O meu questionamento até aqui é um: Senão fosse as redes sociais, qual seria o problema? Seja como for, em toda a história da humanidade algo sempre nos atrapalhou. Contudo, se pensarmos por um momento. Qualquer pessoa de classe média baixa no Brasil tem mais recursos hoje, que muitos nobres feudais. Vivemos mais, melhor e com mais recursos. 

A questão é: como usar isso para o nosso benefício? Depende! 

Não há uma resposta padrão para todo mundo. Elas têm o poder de potencializar seu negócio e ampliar contato. Ao mesmo tempo que te vicia em feed e os memes. 

A diferença entre remédio e veneno. É a dosagem.

O meu questionamento hoje é o seguinte: Nessa era, temos redes sociais como grande vilão da nossa atenção. E isso é verdade! Todavia, você é quem está no controle. Parar, refletir e deixar o celular de lado podem sim ser uma opção (eu sei o quanto difícil é). 

Logo, se você analisar outras épocas da humanidade, tivemos problemas com guerras, crises econômicas, álcool, drogas e mais um monte de fatos que nem consigo listar todos, tamanho seria esse texto. A grande questão é:

Problemas existem, sempre existirão e vão continuar existindo. Para sempre, até o dia em que você morrer provavelmente. Eu estou aqui para te alertar que o salvador da pátria está do outro lado do espelho. E se você tirar um tempo. As redes sociais podem, sim, ser uma ótima ferramenta. 

Portanto, como toda ferramenta. Assim que se fizer o uso e finalizar, devemos devolver a ferramenta para o seu devido lugar. Encontre um lugar na sua casa em que você sempre deixe seu celular por lá. Um pouco distante, mas sempre por lá. De preferência com a tela para baixo e com menor número possível de notificações. Pense nas palavras que leu aqui e reflita em como aplicar isso à sua vida. 

Espero do fundo do coração que esse texto possa te encontrar em um momento e te ajudar a ir para um momento melhor. Você consegue e você é capaz. 

Até breve!

sábado, 17 de janeiro de 2026

Como Aprender Inglês do Zero

 

Esta foi a primeira foto que tirei quando fui para a Itália, em 2017. 



Como o inglês abriu (e ainda abre) muitas portas para mim


Ajeite-se aí na cadeira, que esse texto vai ser bem informativo e interessante. Porque hoje eu quero contar para você como, quando e onde eu aprendi a falar inglês. Porque? O que escuto todo santo dia é:
"...Esse ano eu tenho que começar a estudar inglês" ou "Esse ano eu tenho que voltar a estudar inglês..." E a grande verdade é que você nunca deveria parar de estudar inglês na sua vida.

Vamos combinar o seguinte: de hoje até o dia em que morrer. Você vai se tornar uma máquina de aprendizado eterno! Portanto, não me importo com quando você vai começar. Me importo que você nunca pare! Hoje eu vou te mostrar como você irá do zero ao básico ainda nesse ano de 2026. Ousado? Talvez, mas quero tentar...

Uma coisa que me frustra muito é que a maior parte dos assuntos legais — vídeos, posts, livros, músicas etc. — que eu consumo é em inglês. E a culpa não é minha nem sua. Na nossa era, o inglês é o idioma universal. Na época do Império Romano, foi o latim. Provavelmente nossos filhos vão ter que se preocupar em aprender: mandarim, chinês e cantonês. Vida que segue!

Onde se falava Latim

Acredito eu que as palavras certas para você focar no texto de hoje são: Curiosidade e Obceção. Vou te explicar o porquê. Quando eu era criança, assim como vocês, eu ouvia rádio. Várias músicas legais, com ritmo, notas lindas e instrumentos ao fundo. Contudo, eu tinha uma dúvida cruel: "- O que será que eles estão falando?" Aquilo me consumia por dentro. Eu ficava maluco de curiosidade...

Lembro-me muito avidamente do dia em que assisti ao meu primeiro filme legendado. Fiquei êxtase! Era realmente o som da voz original do camarada falando. Porém, contudo, entretanto... Eu era um moleque de 12 anos e sem muitos recursos. Meu pai tinha um dicionário de inglês em casa e decidi devorá-lo. Aprendi tudo do básico que o dicionário ensinava. Na época, eu não tinha videogame nem computador. Então, me restava ler. 

Logo, tudo mudou no dia em que na quinta série nos foram aplicadas aulas de inglês com a professora Inês!(Não zoem o nome dela). Ela era magra, branca, de cabelos curtos e tinha uma voz calma e pacífica. Sempre serena e rainha da paciência. Todos respeitávamos muito ela. Ela sempre foi muito querida por todos da turma. Entre redação, gramática e conversação. Ela começou a desbloquear um recurso na nossa mente que eu nunca achei possível. Dobrar a língua e movimentar os músculos da boca para sair outros sons que não fossem o idioma português...Achava aquilo incrível!

Sobre o que sinto do inglês

Hoje, com 34 anos. Não sou fluente. Para ser fluente, precisa morar um tempo em algum lugar que fale o idioma e praticar por alguns anos. Seja como for, me considero avançado. Obviamente não sei 90% das palavras em inglês. Logo, também não conheço 90% das palavras em português. Que é meu idioma-mãe. Certamente no fundo do meu âmago, eu me sinto confiante para caramba com o idioma inglês. 

Logo, me sinto assim, pois conhecimento é poder em potencial. Conhecimento sozinho fica guardado numa gaveta dentro da sua mente. Conhecimento aplicado a ação, se torna sabedoria. Isso, sim, é poderoso. Veja bem, eu comecei com 12 anos e hoje desfruto dos juros compostos de saber o idioma que domina a minha era atual. Olha isso aqui: 

Wikipedia.org

Observe um dado curioso aqui no Wikipédia (um dos meus sites favoritos). 1,1 milhão de artigos em português e 7,1 milhões em inglês. São 6x mais artigos, mais conhecimento e mais volume de contexto e conteúdo sobre o que quiser saber. É loucura isso!

Outro dia mostrei isso para um amigo e ele ficou de queixo caído. Por isso, sempre ouvimos que os gringos têm vantagens tecnológicas e mais pesquisas do que nós. Claro que em partes, isso se deve ao tipo de colonização que tivemos e à que eles tiveram. Olha outra coisa importante:

Dólar x Real


Eu poderia ficar por horas fazendo comparações. Mas você já entendeu o que quero dizer. Quando vejo esses dois exemplos agora. Se formos colocar em perspectivas temporais, podemos dizer que o Brasil pode estar cinco anos atrás dos EUA. Por que você acha que os youtubers copiam o que funcionou na gringa? Os tiktokers pegam trends e surfam aqui no Br. E, por aí vai... Pega a visão desse: 

Pesquisa em inglês de pdf

Pesquisa em inglês de logo

Outro ponto importante que aprendi nessa caminhada é pesquisar em inglês no Google. Quanto tu joga um primeiro termo, como eu fiz: "pdf:tema buscado"

Ele filtra para você só aquele tipo e aquele tema em específico. Olha aí, no segundo exemplo eu estou procurando o logo da Nike. Poderia colocar logo svg ou png também. Mas você já pegou a ideia. Então, se liga sobre como você pode ser "o cara" só de saber desembolar em inglês bem. Até em pesquisa você vai bem.

Como ele abriu um mundo de possibilidades


Agora eu tenho que te contar como aprender inglês me abriu oportunidades.... Seguinte, meu caro leitor(a). Eu sou administrador e antes de trabalhar com internet. Eu trabalhava em um restaurante. Contudo, eu tinha 17 anos quando me tornei gerente. Aí você pensa: sorte! Não, quando você segue sendo gerente e administrador posteriormente até seus 31 anos. Alguns meses de sorte, ok. 14 anos é outra conversa...

Eu tenho pouquísssima barba e os deuses da juventude me passaram no açúcar duas vezes. Então, sempre aparentei ser bem mais jovem do que, na verdade, minha idade aponta. E você acha que eu não tive concorrência? Que muita gente tentou me engolir? Vai vendo... Eu atribuo ao aprendizado de idiomas um dos fatores-chave do meu sucesso. 

Certa vez, quando eu trabalhei no Outback. Foi um supervisor da Califórnia, vamos chama lo de Jimmy. O cara é um poço de sabedoria, literalmente. Tudo o que você puder imaginar sobre atendimento, processos, pessoas e padrões. O cara dominava. Naturalmente, ele não falava português (que é um idioma lindo e difícil demais também!). 

Quando ele queria ensinar, só tinha eu e mais uns cinco playboys que estudaram em particular que conseguiam entender e replicar o que era passado. Resultado? Promoção! Quando fui trabalhar em outro restaurante dois anos depois. Tive que recomeçar como subgerente na época. Lembro-me de que eu comecei a estudar inglês em um daqueles cursos Pronatec do governo em 2013. Em 2014, eu estava mais afiado ainda. Adivinha? A gerente pediu demissão e a bola sobrou para eu fazer o gol. Outra promoção. 

A ideia aqui é simples: Aprende > Erra > Conserta > Insiste > Melhora.

Com toda a base adquirida da escola, do curso e da vivência do dia a dia. Eu passei a ler livros inteiros em inglês. Comecei a assistir a séries e filmes em inglês. Depois tirei a legenda. Eu sabia que mesmo quando eu não estava aprendendo nada, eu estava aprendendo algo e cedo ou tarde aquele conhecimento ia explodir. Porque ele vinha sendo acumulado. E explodiu mesmo, graças a Deus pro bem. 

Como eu aprendi e quanto tempo levou

Já estamos chegando ao final; eu juro. Vou passar para vocês como eu melhorei muito meu inglês e como vocês podem melhorar o seu. Claro que cada um é diferente do outro. Portanto, adapte ao seu estilo e ao seu jeito. 

Livros

Essa é de longe a forma mais econômica de aprender qualquer coisa. Um curso custa R$2.000 e um livro custa R$ 30-50. De onde você acha que a galera tira as ideias para o curso? 


Duolingo

Ahhhh, mas essa aí eu já sei... Será mesmo? O Duolingo sozinho não faz milagre. Você precisa se empenhar e anotar no papel as palavras e frases que errar. Só assim vai criar memória motora e vai conseguir lembrar das coisas. Se ficar anotando no whatsapp ou bloco de notas. Vai só perder tempo... As coisas melhoram muito quando você aprender pelo menos 2000 palavras em um primeiro idioma. No segundo idioma que fizer, seu cérebro já sabe como você aprende e daí é bem rápido mesmo.

henriquepacheco3, segue nós lá!

O truque aqui é começar devagar. Coloque uma meta de fazer um exercício por dia no primeiro mês. Dois no segundo e três no terceiro. Quando se assustar, vai estar com o hábito de aprender. Vai ir no banheiro e fazer Duolingo. Vai estar no rolê com amigos e lembrar que precisa fazer para proteger a ofensiva. Eu recomendaria que você fizesse algum curso. Porém, o duo grátis já basta para começar. Se quiser, vale a pena assinar o pro. Logo, nem faz sentido você pagar rios de dinheiro para WiseUp, Wizard e outros que mentem para você, fazendo você acreditar que vai falar inglês em alguns meses. Não vai, dê tempo em tempo

Viagens

Aqui é onde a mágica acontece... Em vez de você pagar rios de dinheiro para o Flávio Augusto, Carlos Wizard e outros por aí. Pega essa grana e coloca num cofrinho e escreve o nome de algum país que quer visitar. Não precisa ser só os EUA, não. Europa, Ásia, África ou Oceania. Você vai precisar desenrolar o inglês. Duvida de mim? Duvido achar a porta de saída do aeroporto...

Outro hack que vou te passar é: Viaje sozinho... Você vai abrir uma janela cósmica para a independência e liberdade que nunca jamais em hipótese alguma te abandonará. Você vai se sentir forte e potente demais depois que fizer essa proeza. Eu viajei sozinho para a Europa e fiquei lá 45 dias. Eu nunca antes na minha vida conversei, pensei e esclareci tanta coisa como naquela época. Desde então. Todo ano fico sozinho de todos por alguns dias. Faz muito sentido mesmo. 

Esse dia estava frio demais, mas consegui ir ao Allianz Arena. Vocês nem imaginam a loucura que são os nomes das estações de metrô de Munique

Porque eu insisto que você deveria aprender também

Nessa altura do texto, espero ter te convencido a pelo menos começar o danado do inglês.

Embora, eu tenha certeza que a minoria que ler isso aqui vai realmente começar a levar esse tema a sério.

Seja como for, eu quero te dizer que conhecimento não ocupa espaço e só vai te engrandecer no futuro.

Mesmo com os avanços de IA, acredito ser improvável você ir a uma reunião importante e colocar seus

earpods e negociar. Se quiser ser levado a sério, precisa realmente ser independente nas suas escolhas.

Um abraço e até logo.

Victoria Concordia Crescit.


terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Como Superar o Fracasso Inicial: Lições da Minha Jornada Empreendedora #10

 

Trabalho de Formiga

Esse é mais um daqueles textos que você leva horas e dias pensando antes de sequer colocar a mão no teclado. Em um mundo cercado por inteligência artificial (eu gosto bastante, inclusive), a habilidade de escrever vai se tornar cada vez mais rara. E estou escrevendo isso porque eu decidi colocar como capa desse texto esse livro que acabei de ler. 

Eu jamais vou discutir política e ideologias com você. Acredito que cada um tem seu conjunto de princípios e crenças e eu respeito. Contudo, esse texto é sobre a décima e última parte (até então) que quero relatar sobre minha jornada de empreendedorismo (nome chique). 

Se você é mais um desse tanto de gente que vêm aqui visitar esse espacinho que dedico a registrar minhas memórias e momentos. Você sabe que tenho alguns ativos digitais e que venho tentando me dar bem nesse mundo digital. Eu coloquei a foto de capa porque hoje quero falar da importância dos livros. 

Veja bem: qual a forma mais barata de adquirir conhecimento? O que custa mais? Um curso, uma mentoria ou um livro? De onde você acredita que esses coaches e beautiful people tiram ideias de conteúdos? Pois é, agora você entende a importância dos livros...


Livros, na maior parte das vezes, não são feitos para ficar ricos com eles. Salve exceções de Stephen King, J. K. Rowling, Paulo Coelho e James Patterson. Outrora, os coaches e gurus também veem em livros uma fonte de renda alternativa. Portanto, eles sempre surgem "do nada" e sua estrutura de ganhos é semelhante:

  1. Patrocínio de marcas
  2. Venda de algum produto de entrada
  3. Venda de livros
  4. Venda cursos
  5. Venda de mentoria
Voi a lá! Estão ricos. O que quero chamar a sua atenção é que livros são objetos para a posteridade. Para o eterno. Raramente você consegue apagar a presença de um livro. Ainda mais agora na era da internet. Todavia, já reparou no porquê dos livros clássicos serem clássicos? Existe um esforço enorme de tempo, energia e recursos ali. 

Eu passei o último ano escrevendo todos os meus artigos 100% à mão no meu principal site. Como eu tenho trabalho durante a semana e alguns outros compromissos. Eu levava até 12 horas para concluir um artigo. Entre pesquisa, roteiro, escrita, anexos, formatação e distribuição. 

Ao final do ano de 2025, eu precisei fazer uma longa reflexão. Pegar todos os relatórios detalhados de um ano de trabalho. Jogar na IA para insights e depois me colocar a pensar por dias a fio sobre qual é o melhor caminho a tomar. Nem precisa ser gênio para tomar certas decisões de negócio. Naturalmente, queremos dobrar a produção realizando o mínimo de esforço possível. Como realizar isso com um site desenvolvido e maduro, com um site em produção e com cinco sites na fase de "chocadeira"era o grande desafio. 

Consistência

Durante o ano de 2025,  minha meta era escrever um bom artigo por semana. E assim o fiz. Na verdade, eu escrevi bem mais do que isso. Tive algumas ideias mirabolantes que coloquei em prática também. Mas o mais importante foi criar o compromisso de sempre colocar algo que pudesse ajudar as pessoas online. 

A parte difícil e que ninguém te conta é que no início TUDO é mais difícil! Eu me deparei com problemas que nem imaginei no começo. Contudo, tudo isso foi válido para que eu pudesse amadurecer e me tornar um publisher melhor. Em qualquer negócio e ramo, adquirir clientes no início é demorado. E, aqui vocês leitores são nossos clientes.

Seja como for, o tempo passou e era hora de analisar. O que mais me impressionou foi o fato de que o meu site que fazia ele de forma 100% manual, investindo horas do meu precioso tempo teve menos impressões do que meu site que eu criei conteúdo de forma hibrída (IA + Manual). 

Últimos 3 meses de 2025 do meu site principal

Últimos 3 meses de 2025 do meu site híbrido

Esse desempenho te faz pensar. E meu primeiro pensamento foi: Joguei tempo fora!

Na sequência, me veio: Claro que não! Você aprendeu algo novo. O que quero dizer para vocês é que sempre que começar algo, as coisas vão ser loucas. Seu planejamento vai falhar, você precisará de ajuste e sim. Vai ficar perdido muitas vezes. 

Logo, eu entendi por que o segundo site foi tão bom. É porque, teve o primeiro site...Sim, ele serviu de erro, aprendizado e teste. Para que o segundo ficasse melhor. O terceiro aprimorasse mais ainda e por aí vai. Pensa bem, eu estou nesse jogo há um ano de forma seguida; tem gente que desiste com três meses. A minha aposta para 2026 é a tal da consistência!

Em tudo na vida, você vai precisar dela. Se realmente quiser construir algo sólido. Enquanto tem muita gente consumindo conteúdo de forma passiva. Eu desenvolvo e distribuo esse conteúdo de forma massiva. Naturalmente, aprendi meus truques para criar. Mas eu sei escrever, planejar e distribuir. 

Obviamente não sou um Machado de Assis, Guimarães Rosa ou Laurentino Gomes. Todavia, sei escrever porque exercitei muito no primeiro site. Portanto, tenho a habilidade que será útil em algum momento. Por hora, decidi adotar conteúdo de forma híbrida nos outros sites (IA + Revisão Humana). 

Veja bem, habilidade adquirida e lapidada! Eu fiz, não teorizei ou fiquei vendo inúmeras aulas de youtube. Sentei a bunda na cadeira todo sábado e escrevia como se não houvesse amanhã. Qual foi a última coisa em que você foi consistente assim? Pensa nisso...

Escalabilidade


Se você, assim como eu, enxerga uma oportunidade na internet. Saiba que está correto! Não precisa seguir aquele monte de gurus, coaches ou YouTubers te falando exatamente o que tem que fazer. Na verdade, nem você precisa saber de tudo agora. Vai fazendo e ouvindo sua intuição.

Ao passo que tudo o que se faz com consistência rende frutos. Entenda que você não precisa saber de onde vai vir a grana ainda. Seu trabalho é: pesquisar, criar e pensar. Logo, entenda que o que estamos fazendo aqui é buscar escalabilidade. A vantagem que a internet nos proporciona é exatamente essa. Eu tenho pessoas de todos os cantos do mundo acessando meus ativos digitais. Fico feliz que as ideias que escrevo possam estar de alguma forma melhorando a vida delas. 

Portanto, o meu foco é esse, um primeiro passo com sites e, quem sabe, youtube e aplicativos para cada uma das marcas. É como eu disse antes: eu não preciso saber de tudo agora. Preciso confiar na minha intuição. Agora, eu sinto que preciso ter consistência e aparecer sempre. Assim sendo, vou encontrar a escala que almejo. 


Para onde vamos

Eu mencionei aqui que planejo escrever toda semana. Porém, não quero escrever nada que não agregue valor à vida de vocês. Se precisar atrasar um dia ou dois para melhorar a qualidade. Eu farei. O importante é vocês receberem 52 artigos de alto valor. 

Seja como for, esse site é um misto de diário e dicas que vou alimentando. Se tiver outra ideia, posso mudar o tema ao longo do ano. Quero só trazer coisas reais da minha vida para cá. Situações em que aprendi/aprendo bastante e compartilho. A jornada empreendedora dez é sobre isso. Sobre continuar construindo com persistência. 

Esses dias eu estava comentando com minha esposa o seguinte: Desde 2018 que eu recoloquei o trem nos trilhos. Se amanhã ou depois dermos sorte e as coisas começarem a dar muito certo. Muita gente ao nosso redor vai dizer: "Do nada, o cara bombou!"

Sabe como é, às vezes leva 10 anos para você sair da merda e construir algo sólido. Paciência e perseverança meus amigos... Para finalizar, queria falar com vocês. Nesse fim de semana estive com meu avô, um sujeito pacato de 92 anos que queria ser diferente e saiu da pobreza para ter uma vida digna com 13 anos de idade. Dentro da nossa longa conversa ele me disse uma frase que vai ficar para o resto da vida: 

" -É, meu filho. Não tem segredo a vida. Você trabalha muito e uma hora a oportunidade aparece para você." 

Pense sobre isso.... Até breve! 

Victoria Concordia Crescit