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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Lições de Carnaval

Fala, pessoal! Eu sei o quanto esse título é chamativo. Hoje, eu quero compartilhar com vocês algumas impressões e vivências que tive durante o carnaval. 

Oito anos depois, eu me permiti. Eu vivi um momento no Carnaval. Nada de folião bêbado e chato. Eu e minha esposa só decidimos que seria interessante fazer algo nesse ano.


Minhas experiências prévias com carnaval não foram as melhores. Eu nunca consegui entrar “na vibe” e até hoje não me identifico muito.


No entanto, preciso ressaltar que como artista. Eu insisto: você precisa de referências e estímulos para alimentar mais ainda o seu poder criativo. Pasmem, sim. É possível obter referências até mesmo no Carnaval. Dúvida? Olha isso aqui:



Sexta feira


Confesso, foi o primeiro dia em que fui ao carnaval. Já bateu o desânimo de cara. Pois, era um bloco noturno. Logo, eu já pensei: assalto, bate-carteira, confusão, assédio à minha esposa e vários outros pensamentos.


Assim sendo, saímos de casa às 00:00. O bloco estava lotado e logo meu foco estava dividido em três: minha esposa, meu celular e minha carteira. Todos os três bem percebidos e seguros. 


O que mais me surpreendeu foi a organização do bloco! Zero bagunça e zero confusão. (Pelo

Menos onde estive e no horário em que estava.) Minha maior preocupação era os bate-carteira. E fiquei muito surpreso ao ver a tranquilidade das pessoas a manusear seus smartphones na muvuca.


Outra coisa que me surpreendeu foi o respeito da galera. Em nenhum momento eu tive problemas com homens chegando na minha esposa e também não vi nada parecido com ninguém. Todos estavam preocupados em curtir.


Sábado


Fomos ao bloco de crianças e personagens temáticos e gostamos muito. Foi muito tranquilo e também pudemos aproveitar bastante. Havia muitos banheiros para usarmos e muita polícia na rua. Isso tudo confirmou o quanto o carnaval está organizado.



Inspirações 


Eu vi uma infinidade de fantasias, maquiagens e músicas boas. Isso é muito importante para nós, pois precisamos de referências para criar coisas novas. Esses dias eu assisti àquele filme: O Brutalista e ganhei referência sobre o movimento do Brutalismo na arquitetura. Logo, implementei em layouts e designs de algumas produções que fiz por aqui.


Nesse carnaval, eu ganhei uma infinidade de referências de cores, formas e brasilidades. Recentemente eu assisti a essa vídeo-aula do Fred sobre geopolítica.



Fiquei pensando sobre como nossa cultura é escondida e desvalorizada. O carnaval esse ano me comunicou exatamente isso. O quão rica e nobre é a cultura brasileira. O quão diversa é. E como podemos aplicar isso em nossos trabalhos digitais de diferentes maneiras.


Seja como for, apesar de não ser o maior fã de carnaval. Eu aprendi que os brasileiros podem ser e são um povo extremamente criativo. Obviamente temos problemas como qualquer outra nação. Mas senti orgulho de nós. Como povo somos capazes de criar, juntos.



Victoria Concordia Crescit

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Como usar arte a seu favor



O que é arte para mim


Muitos de vocês devem ter vindo de escola pública também. E a verdade é que lá. Há tantas preocupações antes que as artes, até parecem uma matéria de luxo. Afinal, por que eu me importaria com figuras, cores, ângulos etc.? Se minha família mal tem o que comer?


Pois bem… minha última aula de artes foi na quinta série. O meu professor foi o Fernando, pai da Fernanda da minha sala. Era um senhor um pouco desajeitado. Mas ambos eram de muita semelhança.


As pessoas na sala riam e zombavam do professor Fernando. Só porque ele era diferente. Diferente no jeito de pensar, agir e se vestir. Minha mãe sempre me ensinou a respeitar tudo e a todos. Jamais entrei na pilha dos meus colegas de classe.


O que não sabíamos era que Fernando era um artista. Artistas têm alma diferente, um dom e a sublime missão de criar arte. No caso, ele a ensinava a nós. 


Essa introdução é mais do que necessária para poder te explicar a seguir.



Meus primeiros contatos


Eu tenho um irmão do meio. Eu e meu pai somos naturalmente analíticos. Nascemos com a inclinação para as exatas. Já esse irmão teve muitas dificuldades na escola. Nada lhe fazia arrepiar de fato. Nada fazia sentir. A única coisa que ele gostava muito era de desenhar.


Não entendíamos os porquês dele na época. À medida que fomos envelhecendo, ele foi tomando gosto por fotografia, filmagens e começou a se aventurar no CorelDRAW e edições de vídeos.



Vamos falar de Amano


Se você nasceu nos anos 90. Provavelmente assistiu a algum desenho do Speed Race ou jogou Final Fantasy. O que eu não sabia era quem era a mente por trás dos desenhos. Isso tudo me levou a conhecer o Asano.


Um artista japonês com um estilo único, que tem vários trabalhos no seu currículo. Duas características de seus desenhos que me chamaram muita atenção: Cores e formas! 


Não vou ficar aqui te explicando quem é. Vou deixar aqui o link para ver quem foi esse excelente artista.


Olhe as fotos aqui:








Como usar a arte como combustível 


Todas as vezes que sinto meu estoque de ideias a se esgotar. Eu saio por aí para buscar inspiração. Ela sempre precisa vir de exposições a algum tipo de arte. Sempre tem algo acontecendo na vida.


Parques, árvores, as nuvens no céu e até mesmo as pessoas se divertindo são motivos mais que suficientes para que você possa captar padrões e entender a beleza da vida como um todo. 


Logo, seja você um desenhista, redator, pintor, músico ou simplesmente faz arte. Seja ela qual for, eu recomendo que sempre tire um momento na semana para buscar a tal da inspiração. A tal da arte.







Victoria Concordia Crescit