terça-feira, 30 de dezembro de 2025
É preciso desacelerar - Parte 2
segunda-feira, 29 de setembro de 2025
10 lições de vida em 34 anos
10 coisas que aprendi desde 1991:
1. Juros compostos
A maior parte das pessoas tende a acreditar que juros compostos só se acumulam com dinheiro. Na verdade, vale para tudo.
Leitura, relacionamentos, trabalho, saúde e etc. Escolha o que quer fazer hoje para compor juros lá na frente. E, colher frutos por consequência.
2. Networking e patrimônio
Não é sobre ter muitos contatos no LinkedIn. É sobre aquelas 3 pessoas que estão no topo do seu WhatsApp. Quando você manda mensagem, elas respondem rapidamente: Oi, como você está?
Aquelas 3 pessoas que você pode contar. Elas tem muito valor e são seu primeiro; e mais valioso networking.
3. Acreditar em si mesmo
Para quem pegou o 3503, virou muita carne de hambúrguer e fez entrega de bicicleta. Nunca imaginei que fosse conseguir fazer coisas tão grandes e significativas (pelo menos para mim).
Algumas coisas marcaram muito. O primeiro carro, o primeiro vôo, as primeiras palavras em outro idioma, a primeira comissão.
Você tem mais potencial do que imagina. Porém, tem que trabalhar para ativar ele. E, acreditar em si mesmo.
4. Foco
Quando você pega a câmera e dá zoom. A imagem aumenta.. Assim é na vida. Tudo o que você foca tempo, energia e recurso. Expande!
5. Paciência
Essa foi difícil… Mas, a pandemia me ensinou mais coisas que qualquer faculdade. Dentre elas, entendi que há dias de plantar, dias de esperar e dias de colher.
O tempo entre esses dois ciclos, não está sob nosso controle.
6. Passo a passo
Quando você pega o quebra cabeças desmontado fica desanimado. A medida que coloca uma peça e depois outra. Vai tomando forma e aos poucos, aquilo se torna uma linda imagem.
Exatamente como na vida. Para falar inglês fluente. Você vai ter que compor:
THE BOOK IS ON THE TABLE!
One, two, three…
Viu, tudo são processos e pequenos passos feitos diariamente.
7. Fontes de renda
Negligenciar o dinheiro, só causa mais falta de dinheiro e dor de cabeça. Não precisa ser o Silvio Santos e nem um nerd das finanças.
Mas, não pode acreditar que com só uma fonte de renda você vai chegar lá.
8. Testar
Você pode ler mil livros sobre o mar. Mas, nada substitui a sensação de colocar os pés na água.
Pense nisso. Explore o mundo. Já!
9. ChatGpt e medicina
Lembre se que seu próximo médico usa o ChatGPT para estudar medicina.
Eu começaria cuidando do meu corpo para ontem….
10. Não tem manual, para de procurar
Quando li o Alquimista, fiquei preso porque o protagonista queria a pedra filosofal de todo jeito. Só para no final, ele entender que já estava com ele.
Ninguém vai te salvar e não existe fórmula mágica. Pare de procurar e faça as coisas do seu jeito. Acredite na sua intuição. (Ela já sabe o que é a coisa certa a fazer.)
Até a próxima primavera!
segunda-feira, 15 de setembro de 2025
Como comprar as melhores coisas
Minimalismo x Essencialismo
Minimalismo = Minimalismo é uma filosofia de vida que consiste em ter menos coisas, menos atividades e menos gastos.
Essencialismo = O essencialismo é mais do que uma estratégia de gestão de tempo ou uma técnica de produtividade.
Se você leu esse livro aqui Essencialismo. Você deve ter entendido que não precisamos de muitas coisas, escolhas ou pessoas para alcançar o que realmente nos faz feliz. Escolher com sabedoria é mais válido do que escolher muitas coisas (imprecisão). E, também do que escolher poucas coisas (imprecisão). São dois polos da mesma coisa. A diferença está na quantidade.
Eu discordo do minimalismo. Assim, como discordo dos excessos. Acredito que tudo na vida tem que ter uma boa medida. Já experimentou colocar muito pó de café? Ou pouco pó de café? Pois é… Pense na sua vida como isso mais ou menos.
Encontrar o equilíbrio é essencial. Saber o comprar, o que escolher ou quais pessoas vão fazer parte da sua vida. Seja lá por qual motivo. É um grande passo rumo a sabedoria. Por, isso nesse guia te convido a refletir.
Pesquise melhor antes de comprar
Google, Youtube, reviews do próprio site. Pesquise bem antes de comprar qualquer coisa. Lembre se que dedicamos horas da nossa vida para conseguir o dinheiro em primeiro lugar. Para só então comprar o item desejado.
Uma boa técnica é colocar o produto/serviço no carrinho. Com a conta logada obviamente. E, esperar. É quase que certo que a loja te enviará um cupom ou vai te alertar de uma queda de preço.
Converse com quem já adquiriu
Muitas compras ruins que fizemos, poderiam sem evitadas. Se, tivessemos parado e perguntado alguém qual foi a experiência da pessoa com aquele determinado produto/serviço. Mas, se não conhece ninguém que tenha feito a compra. A internet está aí para isso. Conectar tudo e todos a qualquer lugar.
Se vocês investirem o pensamento. Quando alguém chega para você e recomenda de bate pronto um determinado produto/serviço que você tem interesse. Fatalmente, você fica 90% inclinado a comprar. E, geralmente. A compra tende a ter um retorno positivo.
Se pergunte antes, se realmente aquele item vai te fazer mais feliz
Naturalmente, agimos por impulsão ou por estarmos "influenciados" de alguma forma. Pensar um pouco antes de comprar é um bom exercício. Se perguntar se aquele determinado vai te fazer feliz e porquê. Também é. Eu já evitei muitas compras, só de tomar esses passos. Claro, que não deixar o cartão cadastrado também ajuda.
Com essa opção de comprar a um clique. Compramos coisas das quais nem lembramos o porque compramos de inicío. Foque em comprar menos itens. Porém, itens melhores. Que tenham boa durabilidade e que de fato vão agregar valor para a sua vida.
Itens que comprei a anos e já se pagaram pelo tempo de vida x uso:
1 - Kindle (Li mais de 100 livros nele.)
2 - Casio G-Shock (Funcional, indestrutível e carrega com o sol)
3 - Carteira Jouse (Elegante, moderna, prática e nacional)
4 - Óculos Lahtref (Lindo, elegante e durável)
5 - Botas Democrata (Confortáveis, versáteis e atemporais)
6 - Pasta de carteiro de couro (Funcional, bonita e fica mais bonita com o tempo)
domingo, 14 de setembro de 2025
Minha Jornada Empreendedora - Parte Cinco
Hoje vou compartilhar com vocês como saí do ramo de festas e já engatei no próximo negócio. Mas, para começarmos tenho que explicar que meu fascínio por criar essas coisas tinha dois motivos: Aprender e fazer dinheiro.
Portanto, comecei a notar que as pessoas iam até as festas e não se vestiam bem. Porém, eu tinha a demanda e a vontade. Não deu outra… Comecei a desenhar e fabricar camisas. Estudei tudo o que pude, porém é um ramo que eu tinha zero horas de experiência e zero horas de vôo.
O resultado? Vocês já sabem… Deu errado demais! Perdi tempo para caramba com logo, desenhando camisas, definindo detalhes e pensando demais de A até Z.
E, na verdade. Eu eu deveria esta 100% focado em VENDER! Vou repetir de novo, VENDER! Todo negócio precisa vender para sobreviver do maior ao menor. Você precisa gerar valor com algum produto/serviço e vender ele. E, eu tinha ignorado o princípio básico de qualquer negócio. A venda é a alma do negócio, quando se começa pequeno.
No fim, fiz dois lotes de 50 camisas. Vendi tudo, na raça. Mas, demorou demais para conseguir vender as camisas. E, daí veio a primeira lição: Marketing é tudo!
Na época, eu diminui também os ritmos das festas. Fiz duas com prejuízo e fiz outra que acabou equilibrando as contas. Porém, eu acabei com um convidado que passou mal por beber demais. E, então eu sabia que era hora de colocar um ponto final naquilo e seguir em frente.
Naquela altura, eu tinha 21 anos. Tentei dois negócios diferentes, que eu tinha nenhuma e muita pouca experiência. Pelo menos, fechei esse ciclo sem prejuízo financeiro. Somado ao ganho de experiência, considero que foi uma boa investida.
sábado, 13 de setembro de 2025
Minha Jornada Empreendedora - Parte Quatro
Me recordo que depois da primeira festa que organizamos. Eu rapidamente, comecei a pensar em como poderia escalar isso. Foi então que rastrei os custos. O maior deles vinha do aluguel. Na época meu tinha construída uma casa no interior, o espaço era bom e eu conseguiria fazer algo lá.
Então propus a ele, pagar a água e energia dele. Mais um valor para ele. Ainda assim, seria menos da metade do aluguel de um evento. Ele topou e então começou o nosso trabalho de marketing.
Como a casa ficava no interior, internet não era bem difundida. Meu plano para vender o evento era colar posters nos pontos de ônibus e escolas da cidade. Conversei com as pessoas mais populares da cidade e apontei ingressos off, caso elas fossem e só falassem do evento.
Dessa vez, eu estava organizando sozinho. Então eu tinha: Compra, venda, produção e contratação de pessoas para o evento. Era tudo por minha conta. Fizemos marketing por um mês na cidade e funcionou!
Primeiro evento lá. Repetimos a fórmula; mulheres off, homens pagavam o dobro e open bar. Paguei todos os funcionários do dia, comprei todos os insumos, deixei uma pessoa vender espetos na festa sem ter que me pagar nada e paguei meu pai seus dividendos.
No fim, o dinheiro da festa rendeu e comecei a ver ali um bom negócio.
sexta-feira, 12 de setembro de 2025
Minha Jornada Empreendedora - Parte Três
Para começarmos a falar sobre como eu me tornei um empresário. Precisei voltar um pouco no tempo e mostrar para vocês como foi feita minha fundação. Minha base. Só assim, tudo vai fazer sentido lá na frente. Nos próximos textos…
Eu já mencionei que minha primeira empresa foi no ramo de guloseimas, vendia bala para crianças do bairro da minha avó. Quero te contar, que meu segundo empreendimento foi no ramo de entretenimento. Quando tinha 16 anos, eu e alguns amigos organizamos uma festa na piscina.
Juntamos 3 amigos e alguns conhecidos pra divulgar. Na época se usava os eventos no Facebook. A fórmula era simples, fazíamos open bar. E, venda de aperitivos a parte.
Os homens pagavam um valor mais caro pelo ingresso. As mulheres, tinham off até certo horário. Depois, cobrávamos ⅓ do ingresso dos homens. A fórmula era perfeita. Enchia o local com mulheres e atraia a atenção dos homens que pagavam os ingressos deles e delas.
A bebida era liberada, os aperitivos saíam pouco e tinha a piscina como distração e quebra de gelo. Tínhamos despesas como: aluguel do espaço, insumos, pessoal e Dj. Depois disso, o que sobrava era lucro. Dividido para 3 pessoas.
Me lembro que em um dia, faturei metade do meu salário de um mês. E, olha que era dividido por três sócios. Imagina sozinho…
Vale ressaltar que isso só fui possível, porque nós juntamos dinheiro do salário. Guardávamos 10% ou mais todos os meses, na época não tínhamos cartão de crédito. E, também tínhamos muito contato de pessoas que podiam nos ajudar com tarefas e a encontrar pessoas, produtos ou serviços necessários pra fazer o negócio acontecer.
Nada mal para três jovens de 16 anos, de escolas públicas e famílias de classe média baixa. Amanhã, conto como subi na escada da festa até o topo.
quinta-feira, 11 de setembro de 2025
Como sempre ter dinheiro
Passo 1
Trabalhe, poupe e invista. É isso. Nem preciso enrolar muito.
Ao longo dos anos, venho tentando passar essa mensagem de forma mais curta e direta para pessoas que me perguntam e me vêem como referência financeira. E, a verdade é que não tem segredo. Você precisa trabalhar para ganhar, poupar para poder investir e por fim. Precisa saber no que quer investir.
Eu posso dizer que testei muitas formas de investimentos ao longo dos últimos 13 anos. E, posso te garantir também que nada rendeu mais frutos do que investir em mim mesmo. Isso mesmo, o melhor investimento é você.
Passo 2
Para ganhar mais dinheiro, o seu eu tem que estar lapidado. Muita gente mira em rendimentos que no momento não são sua realidade. Mas, que não são realidades difíceis de se alcançar. Eu mesmo, comecei ganhando R$313 por mês. Naquela época, tudo o que eu queria era ser promovido para ganhar R$424 por mês. Eu tive que me melhorar muito no processo. Mas, consegui.
Olhando para trás. Eu jamais poderia imaginar chegar aonde cheguei e consegui o que consegui em tão pouco tempo. E, o mais legal é que eu olho para frente e consigo perceber hoje. Que ainda falta um longo caminho pela frente e que minha vontade é de sempre mais. Mas, para isso, eu sigo apostando em mim mesmo. Visual, oratória, conhecimento 360 graus, idiomas e estudar. São hoje, minhas formas de investimento pessoal. Isso, gerou e vem gerando juros composto a longo prazo. Pense nisso e em como pode aplicar isso na sua vida.
Passo 3
"Você não planta uma semente, para colher uma. Você planta uma semente para colher pelo menos 3. Mas, isso leva tempo…"
Dê tempo ao tempo. Se plantou hoje, não vai colher amanhã. A lei da semeadura é implacável e se aplica a todos. Deus fez com que cada coisa e cada processo tivesse seu devido tempo. Então, não acho que é uma boa embarcar nessa jornada de cobrança e imediatismo que a internet prega.
Assim, como todas as pessoas de cabelos brancos. Cedo ou tarde, você vai aprender a esperar e ser paciente com o processo. Quando finalmente entender, vai perceber que todas as coisas passam por etapas. E, que o segredo da satisfação profissional. Está em curtir essas etapas.
Para só depois, lá no futuro. Você olhar para trás e lembrar de como naquela época aquelas coisas pareciam mais difíceis do que realmente elas eram. Mas, hoje são apenas um sopro…
Eu pretendo revisar e aumentar esse texto conforme os anos se passarem. E, eu superar as barreiras que hoje enxergo e que amanhã serão pequenas pedras no caminho. Minha missão com esse texto é só te inspirar a seguir o caminho. Pois, se conseguir ver além. Muito mais que só o dinheiro. Vai perceber como ele cola e magnetiza em você automaticamente.
Att.
Minha Jornada Empreendedora - Parte Dois
Nessa segunda parte do diário. Quero enfatizar que dinheiro sempre foi uma questão sensível na família. Tivemos familiares que perderam muito com apostas, mulheres e álcool.
Desde cedo, meu conjunto de princípios e crenças com dinheiro sempre foi apertado. Eu sabia que precisava aprender a ganhar o meu, poupar é multiplicar.
Portanto, desde 13 anos. Eu comecei… Juntei 3 cofres de moedas, fazia pequenos trabalhos nas férias para levantar uns trocados, vendia bala para crianças (e tinha lucro). Mas, quando a adolescência chegou. Veio junto outros gostos e outros desejos.
Contudo, agora queria comprar roupas e calçados. Isso custava mais e aquele pouco dinheiro que ganhei quando criança já não me satisfazia mais. Pedi ao meu pai que me deixasse trabalhar com 15 anos de idade. Pedido, rejeitado. Mas, aos 16 anos eu comecei.
Meu primeiro emprego foi fazendo hambúrgueres, limpando chão e fazendo sorvete. Desgastante? Muito! Ganhava grana? Cerca R$313/mês! Aprendia? Muito! E, aí que está a moral da história…
Amanhã volto e relato minhas primeiras jornadas empreendedoras.















