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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Como Superar o Fracasso Inicial: Lições da Minha Jornada Empreendedora #10

 

Trabalho de Formiga

Esse é mais um daqueles textos que você leva horas e dias pensando antes de sequer colocar a mão no teclado. Em um mundo cercado por inteligência artificial (eu gosto bastante, inclusive), a habilidade de escrever vai se tornar cada vez mais rara. E estou escrevendo isso porque eu decidi colocar como capa desse texto esse livro que acabei de ler. 

Eu jamais vou discutir política e ideologias com você. Acredito que cada um tem seu conjunto de princípios e crenças e eu respeito. Contudo, esse texto é sobre a décima e última parte (até então) que quero relatar sobre minha jornada de empreendedorismo (nome chique). 

Se você é mais um desse tanto de gente que vêm aqui visitar esse espacinho que dedico a registrar minhas memórias e momentos. Você sabe que tenho alguns ativos digitais e que venho tentando me dar bem nesse mundo digital. Eu coloquei a foto de capa porque hoje quero falar da importância dos livros. 

Veja bem: qual a forma mais barata de adquirir conhecimento? O que custa mais? Um curso, uma mentoria ou um livro? De onde você acredita que esses coaches e beautiful people tiram ideias de conteúdos? Pois é, agora você entende a importância dos livros...


Livros, na maior parte das vezes, não são feitos para ficar ricos com eles. Salve exceções de Stephen King, J. K. Rowling, Paulo Coelho e James Patterson. Outrora, os coaches e gurus também veem em livros uma fonte de renda alternativa. Portanto, eles sempre surgem "do nada" e sua estrutura de ganhos é semelhante:

  1. Patrocínio de marcas
  2. Venda de algum produto de entrada
  3. Venda de livros
  4. Venda cursos
  5. Venda de mentoria
Voi a lá! Estão ricos. O que quero chamar a sua atenção é que livros são objetos para a posteridade. Para o eterno. Raramente você consegue apagar a presença de um livro. Ainda mais agora na era da internet. Todavia, já reparou no porquê dos livros clássicos serem clássicos? Existe um esforço enorme de tempo, energia e recursos ali. 

Eu passei o último ano escrevendo todos os meus artigos 100% à mão no meu principal site. Como eu tenho trabalho durante a semana e alguns outros compromissos. Eu levava até 12 horas para concluir um artigo. Entre pesquisa, roteiro, escrita, anexos, formatação e distribuição. 

Ao final do ano de 2025, eu precisei fazer uma longa reflexão. Pegar todos os relatórios detalhados de um ano de trabalho. Jogar na IA para insights e depois me colocar a pensar por dias a fio sobre qual é o melhor caminho a tomar. Nem precisa ser gênio para tomar certas decisões de negócio. Naturalmente, queremos dobrar a produção realizando o mínimo de esforço possível. Como realizar isso com um site desenvolvido e maduro, com um site em produção e com cinco sites na fase de "chocadeira"era o grande desafio. 

Consistência

Durante o ano de 2025,  minha meta era escrever um bom artigo por semana. E assim o fiz. Na verdade, eu escrevi bem mais do que isso. Tive algumas ideias mirabolantes que coloquei em prática também. Mas o mais importante foi criar o compromisso de sempre colocar algo que pudesse ajudar as pessoas online. 

A parte difícil e que ninguém te conta é que no início TUDO é mais difícil! Eu me deparei com problemas que nem imaginei no começo. Contudo, tudo isso foi válido para que eu pudesse amadurecer e me tornar um publisher melhor. Em qualquer negócio e ramo, adquirir clientes no início é demorado. E, aqui vocês leitores são nossos clientes.

Seja como for, o tempo passou e era hora de analisar. O que mais me impressionou foi o fato de que o meu site que fazia ele de forma 100% manual, investindo horas do meu precioso tempo teve menos impressões do que meu site que eu criei conteúdo de forma hibrída (IA + Manual). 

Últimos 3 meses de 2025 do meu site principal

Últimos 3 meses de 2025 do meu site híbrido

Esse desempenho te faz pensar. E meu primeiro pensamento foi: Joguei tempo fora!

Na sequência, me veio: Claro que não! Você aprendeu algo novo. O que quero dizer para vocês é que sempre que começar algo, as coisas vão ser loucas. Seu planejamento vai falhar, você precisará de ajuste e sim. Vai ficar perdido muitas vezes. 

Logo, eu entendi por que o segundo site foi tão bom. É porque, teve o primeiro site...Sim, ele serviu de erro, aprendizado e teste. Para que o segundo ficasse melhor. O terceiro aprimorasse mais ainda e por aí vai. Pensa bem, eu estou nesse jogo há um ano de forma seguida; tem gente que desiste com três meses. A minha aposta para 2026 é a tal da consistência!

Em tudo na vida, você vai precisar dela. Se realmente quiser construir algo sólido. Enquanto tem muita gente consumindo conteúdo de forma passiva. Eu desenvolvo e distribuo esse conteúdo de forma massiva. Naturalmente, aprendi meus truques para criar. Mas eu sei escrever, planejar e distribuir. 

Obviamente não sou um Machado de Assis, Guimarães Rosa ou Laurentino Gomes. Todavia, sei escrever porque exercitei muito no primeiro site. Portanto, tenho a habilidade que será útil em algum momento. Por hora, decidi adotar conteúdo de forma híbrida nos outros sites (IA + Revisão Humana). 

Veja bem, habilidade adquirida e lapidada! Eu fiz, não teorizei ou fiquei vendo inúmeras aulas de youtube. Sentei a bunda na cadeira todo sábado e escrevia como se não houvesse amanhã. Qual foi a última coisa em que você foi consistente assim? Pensa nisso...

Escalabilidade


Se você, assim como eu, enxerga uma oportunidade na internet. Saiba que está correto! Não precisa seguir aquele monte de gurus, coaches ou YouTubers te falando exatamente o que tem que fazer. Na verdade, nem você precisa saber de tudo agora. Vai fazendo e ouvindo sua intuição.

Ao passo que tudo o que se faz com consistência rende frutos. Entenda que você não precisa saber de onde vai vir a grana ainda. Seu trabalho é: pesquisar, criar e pensar. Logo, entenda que o que estamos fazendo aqui é buscar escalabilidade. A vantagem que a internet nos proporciona é exatamente essa. Eu tenho pessoas de todos os cantos do mundo acessando meus ativos digitais. Fico feliz que as ideias que escrevo possam estar de alguma forma melhorando a vida delas. 

Portanto, o meu foco é esse, um primeiro passo com sites e, quem sabe, youtube e aplicativos para cada uma das marcas. É como eu disse antes: eu não preciso saber de tudo agora. Preciso confiar na minha intuição. Agora, eu sinto que preciso ter consistência e aparecer sempre. Assim sendo, vou encontrar a escala que almejo. 


Para onde vamos

Eu mencionei aqui que planejo escrever toda semana. Porém, não quero escrever nada que não agregue valor à vida de vocês. Se precisar atrasar um dia ou dois para melhorar a qualidade. Eu farei. O importante é vocês receberem 52 artigos de alto valor. 

Seja como for, esse site é um misto de diário e dicas que vou alimentando. Se tiver outra ideia, posso mudar o tema ao longo do ano. Quero só trazer coisas reais da minha vida para cá. Situações em que aprendi/aprendo bastante e compartilho. A jornada empreendedora dez é sobre isso. Sobre continuar construindo com persistência. 

Esses dias eu estava comentando com minha esposa o seguinte: Desde 2018 que eu recoloquei o trem nos trilhos. Se amanhã ou depois dermos sorte e as coisas começarem a dar muito certo. Muita gente ao nosso redor vai dizer: "Do nada, o cara bombou!"

Sabe como é, às vezes leva 10 anos para você sair da merda e construir algo sólido. Paciência e perseverança meus amigos... Para finalizar, queria falar com vocês. Nesse fim de semana estive com meu avô, um sujeito pacato de 92 anos que queria ser diferente e saiu da pobreza para ter uma vida digna com 13 anos de idade. Dentro da nossa longa conversa ele me disse uma frase que vai ficar para o resto da vida: 

" -É, meu filho. Não tem segredo a vida. Você trabalha muito e uma hora a oportunidade aparece para você." 

Pense sobre isso.... Até breve! 

Victoria Concordia Crescit 

sábado, 13 de dezembro de 2025

Trabalho Duro x Trabalho Inteligente


A crença

Trabalhar mais ou trabalhar inteligente?


Eu cresci em uma família de classe média baixa. A vida foi difícil nessa fase. Dinheiro contado para tudo. Alimentação razoável, educação ruim, lazer escasso e os supérfluos nem eram cogitados.


Assim sendo, eu tive que procurar uma forma de fazer meu próprio dinheiro. Naturalmente, com 16 anos eu já tinha o primeiro carimbo na minha CLT


Desde sempre cresci com aquela estória de que para dar certo na vida. Eu deveria trabalhar duro e etc. Mesma coisa de sempre. No entanto, sempre questionei e cogitei outros caminhos.


Desde criança sempre fui questionador. 


Não é possível que em uma sociedade de homens livres. Só exista uma opção para tudo. 


Portanto, como os exemplos que tinha em casa e na rua. Executei o tal trabalho do duro. 5 anos depois, eu tive um burnoutStress, insônia e ansiedade eram meus companheiros fiéis.


Eu trabalhei em restaurantes por muitos anos. E, posso te afirmar. Que em todos esses anos foi Deus quem cuidou de mim. O que eu vi de pessoas que se renderam as drogas, depressão, álcool e cigarro. Não está escrito no gibi.


Seja como for, eu queria muito sair daquele meio. Detestava com todas as forças. Mas, em 2011. Para um jovem negro de classe média, com educação pública e sem recursos. Havia dois caminhos: Faculdade ou Concurso Público.


Fiquei muito, muito pensativo sobre. Faculdade era algo muito caro na época (e segue sendo até hoje) e pouco viável. Não havia essa flexibilidade de conseguir um financiamento como hoje. Concurso público exigia horas e horas de estudo. Como fazer isso se mal tinha dinheiro em casa?


Logo, optei pela tão subestimada e custosa faculdade. O curso escolhido? Engenharia de produção. Era o tema quente da época. Pré copa do mundo e olimpíadas. Precisava-se de engenheiros. 


Não deu certo. R$857 de parcelas mensais eram muito caras para um jovem garçom pagar. Se, eu fosse adiante com o curso. Quanto seria a parcela  do quinto período? E, no último?




Será que realmente a classe média está ficando rica se esforçando?


Tenho minhas dúvidas. Particularmente, posso te afirmar que nenhum dos pais dos meus amigos aumentou muito sua fortuna trabalhando. Mas, essa é minha realidade. A sua pode ser diferente.


Todavia, eu presenciei o contrário. Inflação cada vez maior e o poder de compra cada vez menor. A cada ano que se passou, eu vivi e vi o dinheiro sendo desvalorizado. Cada ida ao supermercado, o volume do carrinho de compras caiu.


Trabalho duro, o mito


Trabalho duro, o mito…




Embora todos gostem de acreditar (ou iludir) que é só fazer o que eles não fazem que você chegará lá. Eu acredito que isso tudo depende de muitas variáveis que não se pode controlar.


No meu caminho, vi muitas pessoas se formando em cursos diferentes na faculdade e não conseguindo exercer sua profissão. Tão pouco, se sustentar com ela. 


Salve excessões, as pessoas que “deram certo” ao meu redor com concurso e/ou faculdade. Tiveram investimentos feitos pelos pais durante uma vida toda.


Contudo, uma amiga do meu avô. Que trabalha em escola pública disse uma coisa interessante:


“.. -Os pais não investem nos filhos. Por isso, estamos como estamos…”


Aquilo bateu como uma marreta na minha mente. Simplesmente pelo óbvio fato que quem investe nos filhos. Aumenta a probabilidade do mesmo de suceder. Veja bem, não digo que vai ser garantia de sucesso. Mas, o ambiente e as pessoas. Moldam e formam o ser.


Sendo assim, percebi que eu mesmo tive zero investimento. Portanto, fiz dupla força para conseguir tudo o que consegui.


Conta de classe média


Carro em 36x, apartamento em 320x, geladeira em 12x, celular em 10x. Essa é a conta que a classe média fazia no passado. Eu disse fazia. Porque hoje em dia. Não faz…. Só olhar o número de endividados no Brasil…




A frase mais comum em casa foi: 


-Não temos dinheiro para isso. 


Quando se é criança, você aceita. Mas, continua pedindo. Quando se é adolescente. Para de perguntar. Nossos pais fizeram tanta dívida e comprometeram tanto o salário deles. Que realmente, era quase impossível investir em você...


Contudo, conheço muitas famílias que nem isso fizeram. E, não vão deixar nada além de um sobrenome e fotos impressas….


Logo, meu caro telespectador. Eu queria muito sair daquele limbo. Comecei a trabalhar com 16 anos, com 18 primeiro burnout, com 21 o segundo, com 23 o álcool era um companheiro e com 27 a ficha caiu.


Era necessário parar, respirar e refletir sobre tudo.


“Não há o que faça os homens se tremerem mais do que o ato de ficar sozinhos e pensar por conta própria.”


Deve ser por isso que filosofia foi excluída da grade escolar pública… (Eu ainda tive a oportunidade de fazer alguns anos de aula.) Isso mudou muito para mim lá na frente.


Pare, respire e pense


Com 27 anos eu estava infeliz e precisava tomar um rumo. Passei aquele ano todo refletindo. Já tinha tentado coisas de internet: Facebook, Instagram, YouTube, Esse blog e mais um algumas desventuras em série.


Era tudo lindo de começo, áspero durante e amargo no final. Faltava planejamento, guarde bem essa palavra!


Muito impulso e pouca precisão. Um dia, os caminho da vida me fizeram comprar um curso no Udemy. O curso era ruim, pedi reembolso. O reembolso veio em forma de crédito. Pesquisei e achei legal um curso da AWS.


O que eu sabia de programação? Nada! Eu gostava? Amava, mas não entedia nada.


Portanto, quando pesquisei o que era AWS. Eu percebi que era algo que podia mudar minha vida. Fiz um planejamento e comecei a estudar.


Então, me ferrei denovo. Javascript? O que é isso? Muitos conceitos e pouco conhecimento do conteúdo base.


Volte duas casas


Tive que estudar a base para conseguir o certificado. Decidi fazer curso técnico de desenvolvimento de sistemas. Veja bem pessoal, eu estava trabalhando em restaurante na época (para variar). 


Porém, eu tinha uma vaga ideia de como sair daquilo. Eu ficava repetindo para mim mesmo e para quem quisesse ouvir:


“-Vou criar um negócio on-line, escalável e multilíngue. Não faço ideia como. Mas, vou conseguir!”


Sofri muito no processo. Tive que estudar muito, trabalhei bastante, imprevistos de vida surgiram, a vida mudou o curso. Mas, segui com fé em Deus.


Hoje, estou aqui, escrevendo isso para compartilhar com você. Tenho meu negócio on-line exatamente como premeditei. Porém, tudo com base nos estudos. E, no investimento em mim mesmo.


Como sair disso tudo?


Cada um tem um caminho, uma jornada e uma história diferente. Difícil comparar. A primeira lição  que quero deixar é sobre resiliência


Acredite em mim, quanto você pede algo a Deus. Ele dá, mas antes ele te testa. Se, sua fé não for forte. Vai sucumbir.


Eu passei anos investindo em ações, fii, stocks, forex, bitcoin, criptomoedas só para entender que o maior e melhor investimento é você mesmo.


Conselho: Até chegar no primeiro milhão. Todo seu dinheiro deve ser investido em você. Do jeito que achar mais prudente. Eu paguei R$857 mensais de faculdade. Comprei um curso na Udemy de R$19,90 que mudou minha vida.


Não pelo alto quilate do curso. Mas, por onde ele me levou. Você precisa escutar essa voz aí dentro. Esse chamado, sua intuição. Abafe o som e ouça.


Por último. Se una a pessoas boas. Jesus, Ghandi e Ben Franklin só fizeram o impacto que fizeram. Pois tinham pessoas com eles. Nunca, jamais tente ter sucesso sozinho. Isso é orgulho! Bobagem.


Se, algum dia quiser ser bem sucedido. O que quer, que isso signifique para você. Vai precisar estar cercado de pessoas que te ajudem. Eu só consegui vencer na vida. Pois, muitas pessoas foram “colocadas” no meu caminho. Na hora certa, no momento exato.


Em suma, se quiser sair desse limbo. Foque em duas coisas:


  • Investir em si mesmo.

  • Estudar de forma séria.


Por esse texto é isso e até breve!


Victoria Concordia Crescit